"So let mercy come and wash away what I've done"
São as acções, não as palavras nem os pensamentos, que definem as pessoas.
A veracidade desta afirmação não pode ser discutida.
Quantidade alguma de palavras alguma vez poderá tirar o poder de uma acção irreflectida.
Certo dia acordei e percebi que minhas acções contrariavam a pessoa que me orgulhava de ser.
Como aceitar isto?
Nem sempre gostei de ser quem fui, nem sempre me orgulhei de quem era. Não era perfeito mas para além de tudo isto tinha um certo brio em ser uma pessoa correcta.
Nunca fui atraente nem extrovertido, nunca fui a pessoa mais divertida na sala e nem sempre soube tomar riscos quando precisava.
Certo.
Mas não mentia, não enganava e minha consciência tinha uma maneira muito poderosa de me fazer tomar o caminho correcto.
Agora arrisco mais, sei ser cativante e vejo o mundo com outros olhos.
Gosto mais de ser quem sou, vi e fiz coisas de que me orgulho.
Mas…
Sou mais egoísta, menos optimista, muito mais cínico e por vezes penso que sou manipulador. Minha consciência ainda se manifesta fortemente mas depois de tudo o que já vi simplesmente custa-me sentir seu impacto.
Dou por mim a mentir e a trair…. e não sei que pense sobre isso.
Poderia questionar o facto de “quantidade alguma de palavras alguma vez poderá tirar o poder de uma acção irreflectida” e dizer que no fundo sou bom, que tenho o poder de fazer alguém mais feliz do que alguém alguma vez tinha sido dentro de mim… que estava enganado, louco, fora de mim ao errar.
De nada serve….
Um dia acordei e vi que tinha contrariado a pessoa que via dentro de mim… vi isso e vi que o arrependimento dentro de mim era pequeno demais para me transtornar.
Isso transtorna-me.
A veracidade desta afirmação não pode ser discutida.
Quantidade alguma de palavras alguma vez poderá tirar o poder de uma acção irreflectida.
Certo dia acordei e percebi que minhas acções contrariavam a pessoa que me orgulhava de ser.
Como aceitar isto?
Nem sempre gostei de ser quem fui, nem sempre me orgulhei de quem era. Não era perfeito mas para além de tudo isto tinha um certo brio em ser uma pessoa correcta.
Nunca fui atraente nem extrovertido, nunca fui a pessoa mais divertida na sala e nem sempre soube tomar riscos quando precisava.
Certo.
Mas não mentia, não enganava e minha consciência tinha uma maneira muito poderosa de me fazer tomar o caminho correcto.
Agora arrisco mais, sei ser cativante e vejo o mundo com outros olhos.
Gosto mais de ser quem sou, vi e fiz coisas de que me orgulho.
Mas…
Sou mais egoísta, menos optimista, muito mais cínico e por vezes penso que sou manipulador. Minha consciência ainda se manifesta fortemente mas depois de tudo o que já vi simplesmente custa-me sentir seu impacto.
Dou por mim a mentir e a trair…. e não sei que pense sobre isso.
Poderia questionar o facto de “quantidade alguma de palavras alguma vez poderá tirar o poder de uma acção irreflectida” e dizer que no fundo sou bom, que tenho o poder de fazer alguém mais feliz do que alguém alguma vez tinha sido dentro de mim… que estava enganado, louco, fora de mim ao errar.
De nada serve….
Um dia acordei e vi que tinha contrariado a pessoa que via dentro de mim… vi isso e vi que o arrependimento dentro de mim era pequeno demais para me transtornar.
Isso transtorna-me.
Agora, quando acordo, vejo que a pessoa ideal dentro de mim se cansou e deixou apenas a pessoa mundana, comum.

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