Lagoa do Fogo
Aqui sentado neste muro por um momento...
Não importa que me mandem calar,
Que me falem ou que responda....
Não importa que olhem comigo.
Olho para além do mar e para o lago,
Olho para um infinito que parece tão próximo,
Tão próximo que me varre o pensamento.
Nestas ilhas,
Não! Nesta ilha minha!
Vejo tudo com um olhar diferente.
Sinto uma opressão boa e má e diferente...
A paisagem cria uma austeridade,
Uma simplicidade e uma forma de ser
Tão directa que fico perplexo.
Não faz sentido o enredo, o rodear do assunto,
Não faz sentido nada que não tenha propósito.
Tudo se faz por uma razão.
Nestas rochas negras que vejo
E que me correm no sangue
Não moram intrigas nem mentiras.
Aqui só calmaria e tempestade,
Aqui só sorrisos abertos e prantos sentidos.
Aqui lavra-se a terra,
Plantam-se os campos
E cuida-se das vacas.
Só isso faz sentido...
Perdoem-me se não compreendo
Meias palavras e meias verdades...
Falsos sentidos e prendas corrompida nada são...
Perdoem-me mas aqui sentado neste muro,
Por um ínfimo momento apenas,
Vejo o pequeno charco
E o charco maior que o rodeia,
Vejo apenas que o grande sentido de tudo
É a simplicidade do ser.
Fecho os olhos por um segundo....
A cidade chama.
Não importa que me mandem calar,
Que me falem ou que responda....
Não importa que olhem comigo.
Olho para além do mar e para o lago,
Olho para um infinito que parece tão próximo,
Tão próximo que me varre o pensamento.
Nestas ilhas,
Não! Nesta ilha minha!
Vejo tudo com um olhar diferente.
Sinto uma opressão boa e má e diferente...
A paisagem cria uma austeridade,
Uma simplicidade e uma forma de ser
Tão directa que fico perplexo.
Não faz sentido o enredo, o rodear do assunto,
Não faz sentido nada que não tenha propósito.
Tudo se faz por uma razão.
Nestas rochas negras que vejo
E que me correm no sangue
Não moram intrigas nem mentiras.
Aqui só calmaria e tempestade,
Aqui só sorrisos abertos e prantos sentidos.
Aqui lavra-se a terra,
Plantam-se os campos
E cuida-se das vacas.
Só isso faz sentido...
Perdoem-me se não compreendo
Meias palavras e meias verdades...
Falsos sentidos e prendas corrompida nada são...
Perdoem-me mas aqui sentado neste muro,
Por um ínfimo momento apenas,
Vejo o pequeno charco
E o charco maior que o rodeia,
Vejo apenas que o grande sentido de tudo
É a simplicidade do ser.
Fecho os olhos por um segundo....
A cidade chama.

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